5 coisas que a gente não precisa mais

Por Bruna Miranda

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Enquanto a gente finaliza a pauta sobre o que levamos com a gente pelas estradas, pensamos também no outro lado: o que a gente não tem mais e não sente falta. E de repente pode sintonizar com vocês, e com isso vem a possibilidade de direcionar mais dinheiro, energia e tempo pro que realmente importa em nossas vidas! Como o pôr do sol, que amamos tanto poder vivenciar em diferentes lugares…

Telefone fixo – Já virou um artigo bem menos comum, mas a gente ainda tinha até resolvermos encarar a vida nômade e começarmos o cortar o que não fazia sentido mais pra economizar e aprender a viver de uma maneira ainda mais simples. O telefone tava ali pelo fato de que já tinha mesmo e porque fazia parte do pacote da tv e da internet. Mas quando tiramos, além de uma economia financeira porque vez ou outra a gente ainda fazia algumas ligações que eram cobradas, e porque foi embora junto da tv a cabo (que a gente fala abaixo), veio uma paz maior em casa, já que acabaram aquelas ligações de telemarketing.

TV a cabo – Já era raro a gente assistir tv, ainda mais daquela infinidade de canais. Qualquer assunto de interesse, internet, youtube… Mais tempo e mais dinheiro, menos distrações. E o aparelho virou uma tela para o netflix!

Plano caro de celular – Desnecessário, depois da invenção maravilhosa do whatsapp e também da existência de planos que são mais do que suficientes para tudo o que a gente precisa em internet e ligações e não cobram fortunas, pelo contrário.

Microondas – Em nosso antigo apartamento ele era um armário para guardar algo que não precisava de geladeira e para fugir de formigas. Só. Qualquer coisa sempre fica mais gostosa e saudável no fogão, não é, até pipoca! Hoje em dia a maior parte das casas que a gente fica ainda tem, e nem reparamos muito nele. Quando não tem, a gente não sente falta. Simples assim.

BOLETOS – Aleluia! Nada como terminar a lista com esses papeizinhos que ninguém gosta de receber. Mesmo morando em uma casa fixa a gente já recebia bem menos, deixando pra resolver online mesmo, economizando trabalho e papel. Agora sendo nômades não tem como não voltar àquela frase, de que a gente não nasceu pra ficar pagando boletos, apenas. Claro que confessamos que é uma sensação maravilhosa quase não ter isso mais! Uma liberdade e praticidade que vieram da nossa decisão de seguir adiante com o que faz mais sentido pra gente, acreditando, dedicando e desapegando de muito do que achávamos que precisávamos, especialmente com relação ao volume de coisas. E a gente espera pelo momento em que os cadastros permitam que a lacuna de endereço seja preenchida com  “Brasil”, ou “não há residência fixa, mas está tudo muito bem”!

E você, tem algo a complementar nessa lista?

 

Foto do topo: Dunas do Rosado/RN

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Sobre Bruna Miranda

Bruna é empreendedora e jornalista, idealizadora da plataforma Review e da revista impressa Guia Slow Living, e está experimentando uma vida nômade pelo Brasil. É movida pelo que é atemporal ...

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