Review na Estrada | Apartamento entre o mar e a vila da Praia do Forte/BA

Por Bruna e Ismael

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A Praia do Forte, na Bahia, foi uma surpresa bacaníssima pra gente. Confesso que até conversar com uma amiga, a Lívia da consultoria NonStop, sobre a nossa vida slow nômade nunca tínhamos ouvido falar, acho que por sempre termos focado a atenção mais ao sul da Bahia, mais próximo de Minas. ⠀

E daí foi só chegar em Salvador que, sem exceção, todo mundo nos dizia que lá era um lugar que deveríamos conhecer. E acabamos decidindo ir em seguida, em seus 70 km de Salvador, apenas, ao invés de voltar pra Itacaré. De mais uma conversa com a Lívia ela nos indicou um amigo que nos indicou o Gregory, um DJ italiano que mora na Praia do Forte desde 2004 com a esposa, a Reginea, e a filha deles. E tivemos excelentes dias em seu apartamento, na Alameda da Lua, que também está no airbnb. Um duplex amplo e arejado, confortável.


Prós: Pra vivenciar mesmo o dia a dia do lugar, especialmente por ser na rua paralela à principal, com os restaurantes, lojas e conveniências em geral e fazer tudo a pé (nem passa carro na rua, um sonho, uma coisa bem vila mesmo) e a duas ruas da praia. É pet friendly, nossa prioridade, e tem duas varandas, uma em cada andar, boas pra ventilação e luz naturais e pra ler na rede do quarto, que tem vista pro mar. Um apartamento clean, bem equipado, que daria perfeitamente pra morar ou passar temporadas maiores. Outros bons detalhes é que ele tem dois pequenos closets, separados, e um lavabo no primeiro andar. Tem uma cervejaria local artesanal no piso térreo, a Peefe Bier (que não demos sorte de encontrar aberta) e no quintal é possível colocar a lavanderia em dia e colher hortelã pimenta – talvez mamão e banana também!


Contras: exatamente por ser inserido na vida do lugar, não é o mais silencioso. A cidade tem suas festas tradicionais com muitos fogos de artifício (os cachorros, já viu…) e shows até tarde na praça na igreja, que é perto (inclusive ao lado do Projeto Tamar, que ao nosso ver é dos piores lugares pra serem impactados pelo som alto…). Mas isso foi no fim de semana, de segunda a quinta foi bem tranquilo e muito mais vazio. Lá não tem coleta seletiva de lixo, mas a Reginea fez a gentileza de levar o nosso lixo reciclável junto com o deles. O andar térreo tem também uma academia, então as músicas que tocam lá em alguns horários incomodam um pouco. ⠀

Mas como um todo só temos a nos maravilhar com nossos dias por lá e agradecer toda a dedicação do casal em nos ajudar no que fosse preciso, toda a simpatia e dicas valiosas (especialmente com relação ao slow food!). Quem sabe voltamos pra morar, rs! Por enquanto esse lugar já nos deixou essa faísca. Mesmo tendo crescido e se distanciado do seu lado mais aconchegante e simples do começo, como algumas pessoas nos disseram, achamos que ele ainda conserva boas características de uma cidadezinha que podemos sim chamar de slow, em muitos momentos.

Para conferir mais e fazer sua reserva com o Greg!


Ah, e mais um ponto positivo é que ao redor da Praia do Forte tem ainda mais belezas naturais a se conhecer, como matas, outras incríveis praias e vilas (como a de Santo Antônio, bem mais “selvagem” e vazia e a da Barra/Itacemirim, com o rio Pojuca), parques, ecovila, praia de naturismo, horta orgânica

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