O fim da Ego Age

Por Bruna Miranda

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A transição é uma das principais palavras que me acompanham desde que me percebi vivenciando e aprendendo sobre uma vida mais slow. Porque ainda estou nela e estarei, já que das únicas certezas que temos é que tudo muda, constantemente, incluindo a nós mesmos, não é? E fico feliz por isso, pois assim podemos evoluir a cada dia, o pouco que seja. Quero melhorar a mim mesma para tornar mais positivas minhas relações com as outras pessoas e com o mundo.

Mas posso falar também sobre uma transição principal, mais intensa, que foi a que me marcou de verdade passando de uma vida muito acelerada e consumista a um propósito pessoal e profissional com total base no slow living. E disso tudo, claro que questões comportamentais não teriam ficado de fora. Afinal, buscas relacionadas à consciência nos trazem verbos imprescindíveis, como por exemplo o questionar e o refletir. E daí me vi perguntando por que comprava tanto, por que tantos conflitos, por que tantos vazios preenchidos – momentaneamente, claro – usando fatores externos. Porque podemos tapar com a peneira o quanto for, mas uma hora a verdade chega para nos confirmar que é só por dentro mesmo que conseguimos uma maior leveza nos entendimentos de nós mesmos e da vida.

Continua aqui, em uma segunda colaboração para o Projeto Contrafluxo.

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Sobre Bruna Miranda

Jornalista e escritora, se inspira na busca por um viver mais consciente e significativo e é idealizadora do Review e da revista Guia Slow Living. Percebe o slow como ...

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